quinta-feira, 30 de junho de 2011

Preocupaçãozinha a menos

Hoje, num corre-corre, resolvi mais uma das preocupaçõeszinhas da insónia: o soutien adequado ao vestido. Já está.
Só faltam 999 para resolver.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Preciso de QI

A partir do dia 11 de Julho e, sem parar, até Fevereiro de 2012, ISTO vai ser o meu melhor amigo! (Que a minha médica não saiba...)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

Operação Biquini

Operação biquini - condenada ao fracasso. O tamanho L (eu que até há 2 anos vestia o S/M) fica-me ASSIM (e eu recuso-me usar o XL).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Stress

Sei que estou com stress quando devoro uma tablete de chocolate negro de culinária enquanto o diabo esfrega um olho.

(E sei que vou ficar ainda com mais stress porque agora não vou parar de pensar nas borbulhas que o chocolate que comi vai provocar ao Tamagochi e no agravamento da minha celulite ao quadrado. Praia? Só de fato de mergulho).

Missão (quase) impossível - Algemas infantis?

Quando já me começava a sentir uma PRO em dar comida ao meu Tamagochi, eis que hoje ele acorda com uma capacidade nova: levar os pés à boca! Se até hoje lá me ia safando a segurar-lhe as mãos com uma mão e a enfiar-lhe a colher na boca com a outra, agora não há mãos que consigam - é mãos, é pés, é a cabeça que não pára (come a boca, come o nariz, come a testa: é meio rolo de papel absorvente que se vai a cada refeição) ao ponto de achar que um dia destes - hoje? - vou ver se arranjo no mercado negro "algemas para crianças" (que deem também para os pés). Alguém conhece?

Saudades: dormir até ao meio dia

O pequeno exemplo de hoje: 1ªa mamada do dia às 6h30 e a 2ª às 9h30 - ora bem, até aqui nada mau, uma vez que dormi consecutivamente desde a meia-noite. O bom da coisa - depois da 2ª mamada e, contrariamente ao que tem sido regra, o baby estava disposto a dormir mais (= mamã dormir também) e dormiu até às 11h10, quando, estridentemente, tocaram à nossa campaínha, 2 vezes com mão de chumbo, como se desse tempo de eu abrir a porta passados 2 segundos do 1º toque e, claro, não há sonho que resista. Baby acordou. Lá se foi a perspectiva de dormir até ao meio-dia outra vez. Saudades, saudadinhas é o que vos digo. E quem era? Engano.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

NOS TAL GIA antecipada

Um poema nostálgico - porque a Vida não é feita só de cor.

Na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco,
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.

In, A Criança em Ruína, José Luís Peixoto

terça-feira, 21 de junho de 2011

Just thinking

Sugestão de leitura

A carta do Saramago à sua avó


"Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me qu...e foste a mais bela rapariga do teu tempo – e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água. Viste nascer o sol todos os dias. De todo o pão que amassaste se faria um banquete universal. Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias de aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira – sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz.

Não sabes nada do mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas, um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos de que já perdeste a lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja. (Contaste-me tu, ou terei sonhado que o contavas?) Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém.

Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este mundo e não curaste de saber o que é o mundo. Chegas ao fim da vida, e o mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não faz parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha-vã e chão de barro. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrijada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos – e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Por que foi então que te roubaram o mundo? Mas disto talvez entenda eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesse escolher das minhas inumeráveis palavras as que tu pudesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti – e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava.

Não teremos realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa de que me não acusas – e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, porque te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa, para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: “O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!”.

É isto que eu não entendo – mas a culpa não é tua".

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Rotarix

As recém-mamãs sabem certamente o que é - nada mais nada menos do que uma vacina oral repartida em 3 doses de um líquido incolor, inodoro (docinho, valha-me Deus) e que custa os olhos da cara. O meu baby hoje fez a segunda dose e, como fez birra, só chupou cerca de 60 euros dos oitenta do líquido precioso... Ai, Vida!

Furiosa, f u r i o s í s s i m a!

Durante o próximo minuto estarei pensando, aos gritos, nos piores palavrões que já rezou a história.
Comecei.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Mentiras inocentes

Para além das potenciais chatices no futuro - adolescência: filas e filas de candidatas à porta -, o facto do meu Baby ter uns lindos olhos azuis tem outra desvantagem: a mentirinha inocente do "come a sopa toda para ficares com os olhos bonitos" não funciona.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Música

Tomem lá esta e façam o que quiserem.

Em Portugal - a única praia artificial da Europa

Praia artificial de Mangualde.
E esta, heim?

Coisinhas lindas

Devia ser proibido, em tempo de crise, fazer coisinhas tão lindas...

Livro

 "No dia em que fugimos tu não estavas em casa", Fernando Alvim

Um verdadeiro livro criativo.

A aventura da sopa de alface


Esta aventura foi simples - aos 8 minutos acabou-se de vez: até lá, com cantigas e foras-dentro a coisa foi indo, papou 1/3 do novo sabor, mais uma vez, com expressão de quem estava a ser enganado - "ainda ontem à noite (a papa) era tão bom, hoje já me aldrabas outra vez". A seguir, a maçã cozida foi toda. Adorar, adorar, não adora (desse-lhe eu bananas todos os dias), mas à falta de melhor, marcha. E marchou. E a seguir (agora) dorme o soninho dos justos. E eu que podia aproveitar para estudar, népias. Alapo no sofá com o PC e comando da TV. Ai, vidinha boa, que estás a acabar... mais precisamente a 23 dias do fim. PERIOD.

sábado, 11 de junho de 2011

HeDoNisM (Skunk Anansie)

VIDEO

I hope you're feeling happy now
I see you feel no pain at all it seems
I wonder what you're doin' now
I wonder if you think of me at all
Do you still play the same moves now
Or are those special moods
For someone else
I hope you're feeling happy now.

Just because you feel good
Doesn't make you right (oh no)
Just because you feel good
Still want you here tonight

Does laughter still discover you
I see through all those smiles
That look so right
Do you still have the same friends now
To smoke away your
Problems and your life
Oh how do you remember
Me the one that made
You laugh until you cried
I hope you're feeling happy now

Just because you feel good
Doesn't make you right (oh no)
Just because you feel good
Still want you here tonight

Solo

Just because you feel good
Doesn't make you right (oh no)
Just because you feel good
Still want you here tonight

I wonder what you're doing now
I hope you're feeling happy now
I wonder what you're doing now
I hope you're feeling happy now 

A nossa casa foi assaltada

Fomos vítimas de um assalto e o alarme todo XPTO e os gatos de guarda não deram nenhum sinal. Continuo ainda um pouco incrédula, nem sei se o assalto se deu comigo e com o baby em casa ou se estávamos fora... O que levaram? Todos, mas mesmo TOOOODOS os meus pijamas de Verão. Só. Mais nada. Nem jóias nem os dólares que tinha debaixo do colchão. Cuidado - andam assaltantes de pijamas de Verão à solta. (Lá vou ter de renovar o stock este ano...)

Humor irónico

Numa boa entrevista conduzida por Tiago Pereira para o jornal i, o escritor Onésimo Teotónio de Almeida - açoriano radicado nos Estados Unidos - ensina-nos através de uma pequena história o que é a ironia, arte muito pouco cultivada em Portugal.

A história é esta:

«Um tipo vai a uma casa de chá, onde estão senhoras educadas, e pergunta: "Há aqui algum sítio onde se possa mijar?" As senhoras respondem: "Olhe, o senhor naquele corredor vira à direita, na segunda porta está escrito cavalheiros". Não faça caso, entre

(Obrigada, caro amigo LM, pela partilha)

Tabela de desenvolvimento - dos zero meses por aí fora.

RECOMENDADO a todas as recém-mamãs e afins.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Arrumações, mousse e bolachas

Entre outras coisas (acabar com a mousse de chocolate, papar uma bolacha de cada, das 3 variedades que as meninas me trouxeram) - hoje foi dia de arrumações. Um saco cheio de coisas que só enchiam o guarda-fatos e pareciam apenas servir à minha irmã mais nova: ora por  não passarem nas coxas (e quando voltarem a passar, palpita-me que já passaram, há 1000 anos, de moda) ora por deixarem despropositadamente o umbigo à mostra ora destacarem exageradamente as minhas M. de 4 meses de Pamela Andersen. Resultado: tinha muita roupa mas pouca para vestir. Agora? Tenho pouca roupa, mas toda de vestir. (Se não contar com os 12 pares de jeans que não tive coragem de dar, porque ainda acredito voltar a caber neles e que foram um investimento de quase mil euros que, com a crise, não voltarei a repetir num número acima).
O corolário? É bom que eu emagreça.

domingo, 5 de junho de 2011

Segredo

Todos os dias, quando saio à rua, várias pessoas me perguntam qual é o meu segredo para ter uma pele óptima, um cabelo forte e brilhante e o corpinho de uma miúda jeitosa de 20 anos. E eu nunca respondo porque não quero.
Mas o que eu quero mesmo dizer é que de hoje a 1 mês faço 31 aninhos.

A propósito das eleições

Votei.

Vestido e acessórios

 Para mim pode ser este, com uns acessoriozitos que passo a citar:

- bronzeado uniforme
- menos 7 cm de anca e menos 3 de coxas
- a minha barriga dos 28 anos.
Só.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

À procura do sofá ideal

O dia foi passado num corre-corre à procura do sofá ideal para encaixar no sótão. Daqui a um mês faz 2 anos que respiramos o ar da nossa casinha-nova e o sótão é a parte abandonada, que aguarda que lhe dediquemos a devida atenção. Hoje decidimos fazê-lo. O Kia fez quilómetros, trás para a frente, pára e arranca, tira ovo, põe bebé 5 vezes ou meia-dúzia e ... nada. Das várias lojas visitadas, apenas encontrámos 1 exemplar sofrível, cor do burro-quando-foge. Queríamos um barato, com 2,80 m, que fizesse de cama e em tecido. Sem ser branco ou preto. Eram esses os critérios, quanto ao resto, estávamos abertos a tudo. ZERO.
Faltam 2-3 sítios para visitar. Vamos manter a esperança e tentar não ganhar uma úlcera nervosa no duodeno.
(É nestes dias que eu pergunto - porque é que o Corvo não se transforma numa grande IKEA e a SATA não faz vôos promocionais uma vez por semana até lá, para esbanjarmos as poupanças?)

Desenvolvimento psicossexual - FREUD

(Encontrei isto...)

Estádio oral (do nascimento aos 12-18 meses)

É levando os objectos à boca que o bebé explora o meio envolvente. A sucção, necessária à alimentação, emancipa-se progressivamente dessa função, tornando-se por si mesma uma fonte de prazer, de gratificação libidinal. Com a dentição, a actividade oral diversifica-se: morder e mastigar enriquecem a panóplia de formas de exploração oral – agora mais agressiva – dos objectos.
As actividades orais são também fonte de potenciais conflitos. O conflito mais significativo deste estádio tem a ver com o processo de desmame.
Uma excessiva frustração dos impulsos erógenos ou um excesso de satisfação desses mesmos impulsos podem conduzir a um resultado semelhante: a fixação. Por fixação no estádio oral entende-se ficar psicologicamente preso a formas de obtenção do prazer que se centram na boca, nos lábios e na língua.
Por exemplo, a criança que durante o estádio oral procura meter quase tudo o que encontra na boca pode tornar-se um adulto crédulo, que acredita em tudo o que lhe dizem, “engolindo” tudo. Ou a criança que tem grande prazer em morder pode tornar-se um adulto sarcástico, possuidor de um humor “mordaz”.

Flores

Hoje foi dia de mais um avanço. Flores. Em 5 minutos ficou decidido: ei-lo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Hora sagrada. Chiiiiu!

O meu baby está um expert em comer papa. Em menos de meia-hora "rá-pó-tacho" e ai de mim se páro a meio para coçar o nariz, ou outra coisa qualquer, que ele dá logo um sinalzinho sonoro para lembrar-me de retomar a minha tarefa de tratadora. Um encanto. Agora dorme, de pancinha cheia. Tem vestido a roupinha de super-homem, porque é o meu super-filhote-papador-de-papas.
AGORA:
Hora sagrada. Chiiiu!

Anedota light

Quando o Manelinho era pequenino, queria ser bailarino e os seus pais desencorajaram-no, porque era coisa de maricas.
Logo depois, quis ser cabeleireiro, mas seus pais não deixaram porque era coisa de maricas.
Passado algum tempo quis ser estilista, mas seus pais não permitiram porque era coisa de maricas.
Moral da História:
Agora o Manelinho cresceu, é maricas e não sabe fazer nada ...!

Porque hoje é dia da Criança: Sim à Liberdade de Expressão.

Espelho meu, espelho meu (cozinha minha, cozinha minha...)

... Haverá algum armário de tupperwares mais desarrumado do que o meu?!