domingo, 30 de dezembro de 2012

Dia D (Detox)

Hoje não me tentem:

- Não haverá sumos, chocolates, chocolatinhos, salgados nem salgadinhos e vou ter, delicadamente, de recusar todas as fatias de Bolo de Natal que me oferecerem.
Imposições da balança.

E se alguém me vir a quebrar estas regras que me aponte o dedo.

- Quanto ao almoço: creme de alface (ok, poderão ser duas doses).

sábado, 15 de dezembro de 2012

Hotel de luxo


E mais de 2/3 do tempo de alojamento do meu hóspede(zinho) já passou no Hotel ÚTERO. Continuemos, meu bebé!

Tarefas complicadas

Em trabalhos árduos...

(Aqui está uma coisa que detesto fazer mas que, na minha opinião, o resultado final compensa! Uma vida de sacrifícios, é o que é!)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

sábado, 17 de novembro de 2012

O Mundo é tudo o que acontece

«E a beleza não serve de nada. Atrapalha. Provoca desastres nas famílias, intoxica-nos até ao desmaio, não poupa nada. Devia ser proibida. É um escândalo no meio do mundo. É a causa do espantoso medo que é perdê-la. Não escolhi ser quem sou, este vício de que sou escravo. O que mais importa ninguém escolhe. Já tentei ser tantos para escapar de mim, para me desviar desta vida que me deram. E depois vem a beleza. Surpreendente ao virar de uma esquina. Um desejo marcado no ponto de encontro do aeroporto onde ficaremos para sempre abraçados. Envolta em nevoeiro a tomar duche à minha frente. A irromper do nada. A primeira coisa que uma qualquer tirania sabe que tem a fazer é demolir a beleza. Com todo o direito, de todas as maneiras. A beleza semeia a desordem nas almas e nos corpos que anima. Alimenta-se de uma liberdade particularmente virulenta. É impertinente. Não conhece regras. Vive da vida e de mais nada.»

                                                                    (Pedro Paixão, in "O Mundo é tudo o que acontece")

- O Bom, o mau, o assim-e-assim... Mas é por isso que o Mundo é uma bola - as voltas e reviravoltas não param: ninguém fica sempre parado numa estação. ROLLING.

sábado, 10 de novembro de 2012

Pânico (e suor)

Pânico:

- Saires de casa de manhã a correr para não te atrasares para uma reunião e ao chegares ao local ficares na dúvida se puseste ou não desodorizante após o duche... Meeeeedooooooo....

sábado, 3 de novembro de 2012

Lido por aí

 
 
"Quando basta uma Palavra, evitemos o discurso;
Quando basta um Gesto, evitemos as palavras;
Quando basta um Olhar, evitemos o gesto;
E quando basta um silêncio, evitemos até o olhar."
 
 

domingo, 7 de outubro de 2012

Óscar


A propósito do "Óscar e a senhora cor-de-rosa", desta vez, a peça, protagonizada exclusivamente pela actriz Lídia Franco, todo o NaCl+H2O perdido (e não foi suor) valeu a pena por aquele ser um verdadeiro Hino à Vida - que valeu a pena - porque a Vida vale a pena!
Para profissionais de saúde, para doentes, para cuidadores, para familiares, para pais, para filhos, para avós, para voluntários, para gente-sem-coração, para corações-mole (temos todos estes diferentes papéis ao longo da vida) - recomendado a todos: pelo menos uma vez na vida: e quanto mais cedo, tanto melhor. (O único conselho é que não se esqueçam dos "Klinex").

sábado, 29 de setembro de 2012

E se?

- O Mundo acabasse dentro de 7 dias?


(E se fosses apenas tu a "acabar" para o Mundo? Farias alguma coisa de diferente?)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Prioridade(s)


Estou oficialmente grávida: há 2 dias deram-me prioridade, inequivocamente, - sem ser: está grávida? - na fila (e eu juro que não estava a evidenciar a barriga...).
Coisas da vida.


 

Telefonema de número privado

Foi ontem: será que deixei passar a minha oportunidade de começar uma grande carreira no mundo da TV? O telefonema (de número privado) chegou, eu atendi, falei, gritei, e... nada. Ter-se-ão arrependido ou foi mesmo só a P***A da falta de rede crónica que há no meu local de trabalho e que fez com que eles não ouvissem nada e... passassem ao telefonema para a minha substituta no papel principal?
AAARRRRRHHHHHHHHHHH!!!!!!! Nervos!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

AUSTERIDADE e tremoços com pimenta

Eu sei, deveria estar com anorexia, náuseas e vómitos com tanta austeridade... mas não... apetecem-me tremoços com pimenta.


E por que não comê-los?!
É já a seguir!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A gente vai continuar

(Bora nessa, Jorginho?!)





Tira a mão do queixo não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem á batota
Chega a onde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
A liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Nova Lei de Murphy (ou, melhor, minha)

 
Quando puseres um supositório no teu filho, nos 10 minutos a seguir ele fará cocó (e não interessa se tinha acabado de fazer porque fará outra vez...)

domingo, 19 de agosto de 2012

Coca-cola

Sabes que uma pessoa te conhece bem quando chega ao Macdonalds e sabe o menu que queres pedir e pede-te sempre coca-cola light (e só se não tem, lá vai a cola normal, mas nunca, nunca mesmo, cola zero ou água!)


(des) GOSTOS


Os nossos (meu e do meu XY) gostos cinematográficos nem sempre (quase nunca) coincidem: ele é thrillers, ficção científica, acção e eu sou toda dramas, romances, suspense... Cá em casa o acordo é: ora vejo eu, ora vês tu, ora tentamos o filme para os dois, estes, quase sempre, acabam por sair uma "seca", aquele morno que nem me agrada nem a ele, mas ainda não desistimos de o fazer (apesar de já termos tido muita vontade de sair da sala de cinema no intervalo dos ditos-cujo, e, o que nos salva, nessas ocasiões, são só mesmo as pipocas doces e salgadas ...).

Ontem a escolha era para ele (estava cansada, achava que ia aninhar-me no sofá e fazer uma soneca antes de ir para a cama, pelo que nem sequer opinei na escolha): TRANSGRESSÃO. Nicolas Cage e Nicole Kidman nos principais papéis. Fiquei presa a partir dos primeiros 10 minutos - o que é um excelente timming : já vi "grandes" filmes, galardoados com n prémios que nem em 120 minutos o conseguiram fazer... O João Pestana foi prontamente afastado. Em suma: eu gostei bastante - 8/10 - e ele 6/10.
Heeehehehehe! E, o melhor, é que da próxima vez escolho eu: TCHARAAAMMMM!!!! Toma, Amorzinho. Podes dormir que eu deixo.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

DI LE MA

O puto adormeceu e tem as unhas tão grandes que quase parecem ser unhas de gel;
O puto não me deixa cortar-lhe as unhas quando está acordado;
Se lhe vou cortar as unhas, há um grande risco de acordá-lo;
Se o puto acorda, acabou-se o descanso;
Apetece-me descansar;
Não quero ser apelidada de mãe negligente.
Vou ou não vou?

Analisando todas estas premissas, o que faço?



sábado, 4 de agosto de 2012

ALOPÉCIA

"No hair, no lice".

                                                   Dr House


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Momento ZEN



Conversa hoje no cabeleireiro*:

- Ele, para mim: "Há já muito tempo que não via uma pessoa tão relaxada, tranquila e centrada como a Cláudia; faz Reiki ou Yoga?"

- Eu: "Obrigada. Não, não faço nada disso; sou assim."

- Ele: "Quer dizer que é natural, sem químicos?"

- Eu: "Sim."

Foi mais ou menos esta a conversa e, mais importante, o corte de cabelo ficou bom.


(*daqueles cabeleireiros muito gay, que provam o cabelo antes de usar a tesoura, experimentam-no, penteiam e penteiam, fazem medidas, mandam-te por direita, descruzar as pernas, baixar a cabeça, rodar a cabeça, sacudir o cabelo, fechar os olhos etc, etc... mas que até percebem do assunto, apesar de todo o show off e de levarem o triplo do tempo que um não gay levaria...)

Blasfémias

Uma amiga dizia o outro dia (com alguma graça) que "antes uma doença do que um espigo no queixo" - eu insultei-a e retorqui que ela era doida e que só dizia isso porque felizmente era saudável.

Hoje entendo-a perfeitamente... Acordei assim. De quarentena. Antes uma doença do que um espigo...

domingo, 29 de julho de 2012

WHITE PARTY

Rescaldo da Festa Branca:

- (Só) duas mulheres com vestido igual ao meu! (mas, que fique bem claro, impossível sermos confundidas porque elas não tinham a minha classe, a minha beleza, o meu verniz laranja-choque, a minha juventude, o meu jeitinho para a dança, as minhas sandálias super-confortáveis, o meu grupo, a minha maluqueira, a minha ausência de álcool... etc).

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Para os homens

(Enviado por um amigo de 60 anos...)

NADA COMO A SIMPLICIDADE. - LUIS FERNANDO VERÍSSIMO

Quando tinha 14 anos, esperava ter uma namorada algum dia.


Quando tinha 16 anos tive uma namorada, mas não tinha paixão. Então
percebi que precisava de uma mulher apaixonada, com vontade de viver.

Na faculdade saí com uma mulher apaixonada, mas era emocional demais.
Tudo era terrível, era a rainha dos problemas, chorava o tempo todo e
ameaçava suicidar-se. Então percebi que precisava de uma mulher
estável.

Quando tinha 25 encontrei uma mulher bem estável, mas chata. Era
totalmente previsível e nada a excitava. A vida tornou-se tão
monótona, que decidi que precisava de uma mulher excitante.

Aos 28 encontrei uma mulher excitante, mas não consegui acompanhá-la.
Ia de um lado para o outro sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas
impetuosas, que me fez sentir tão miserável como feliz. No começo foi
divertido e eletrizante, mas sem futuro. Então decidi buscar uma
mulher com alguma ambição.

Quando cheguei nos 31, encontrei uma mulher inteligente, ambiciosa e
com os pés no chão. Decidi casar-me com ela. Era tão ambiciosa que
pediu o divórcio e ficou com tudo o que eu tinha.

Hoje, com 40 anos, gosto de mulheres com mamas grandes. E só.

Ontem

Ontem, em dia mau, destacaram-se duas (vá, três) coisinhas muito boas:

- A primeira;
- A segunda;
- E a terceira!

Importante é enfrentar. I DID IT.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

DUETOS

No more tears - enough is enough


De bem com a vida.

- Copiado e gostado no facebook -

"1. Perda de interesse em conflito.
2. Ataques frequentes de sorrir.
3. Esmagadores ataques frequentes de apreciação.
4. Perda de desejo de julgar os outros.
5. Capacidade inconfundível de apreciar cada momento.
6. Tendência a pensar e agir espontaneamente ao invés de medo baseado na experiência do passado.
7. Perda de interesse em interpretar as ações dos outros.
8. Perda da capacidade de se preocupar (um sintoma grave).
9. Sentimentos satisfeitos de conexão para com o outro e da natureza.
10. Aumentando a susceptibilidade a amor prorrogado por outros, bem como uma incontrolável vontade de estendê-lo.
11. Tendência crescente para deixar as coisas acontecerem ao invés de fazer as coisas acontecerem."

domingo, 22 de julho de 2012

A tua cara não me é estranha

Sim, estou a ver!

E gosto tanto (gostava mais se desse para saltar a parte dos comentários e dos apresentadores, mas faço o sacrifício).
Quem sabe, sabe.
Adoro duetos.

Lido de passagem

Hoje li uma coisa tão fofinha que não resisto em publicar:


- "Quando se tem filhos, apetece alcochoar o Mundo".
                                                             (Ana Marques)

Um mimo, não?

terça-feira, 17 de julho de 2012

REMORSOS

Hoje não vou ficar com remorsos - está feito, está feito. Ninguém me obrigou, ninguém me empurrou - a escolha foi minha, usei do livre arbítrio (aquela coisa que nos distingue dos demais animais). Desculpas? Poderia arranjar uma dúzia (mas não passariam disso mesmo, de desculpas), mas nem me vou dar ao trabalho.
Hoje estou assim.

Eu pecadora me confesso.

domingo, 15 de julho de 2012

Melanina e Terra Nostra (Só para Açorianos)

Há algum iluminado que me consiga explicar (como se eu fosse muito burra) porque é que a água férrea do ParqueTerra Nostra tem inveja da minha melanina?

(Puta que a pariu que me ficou com o bronzeado saudável de 2 semanas...)


Optimus Alive


Diz que está meio-mundo sentindo a música no Optimus Alive: a minha versão do pobre é o karaoke da MEO (Kantatu pró) ... Animação na mesma!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Mundo Viagra

Ontem na praia não consegui abstrair-me da (longa) conversa que dois senhores (de sessentas, por aí) iam tendo a meu lado sobre as maravilhas do sildenafil... e, como diz um amigo meu, "eu não sou de enredos", mas quis parecer-me que as aventuras com o comprimido azul não foram com as legítimas... (Juizinho, meus caros, juizinho!)

quinta-feira, 12 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Gin tónico com açúcar

Hoje deu-me para isso:

- Espreguiçadeira no quintal;
- Gin tónico (com 1/3 de pacotinho de açúcar, para quebrar a intensidade do quinino) + tremoços;
- Pele à mostra (FP 30);
- Livro;
- Marido na cozinha;
(Vendi o miúdo)
- Os velhinhos Silence 4.

(Foi bom!)




Amanhã

Diz que amanhã vai ser ASSIM outra vez!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Encontrei-o!

E quando a esperança era já só réstea, depois de uma manhã inteira à procura do tal, daquele que me faria brilhar os olhos, não conter um suspiro, lutar para que fosse meu, e que me fizesse sentir Cinderela... ENCONTREI-O!

sábado, 7 de julho de 2012

Constatações

A propósito (ou não) desta notícia no Jornal AO de hoje:
http://www.acorianooriental.pt/pagina/edicao-impressa/2012-07-07/regional/ver/artigo/138844/

(Mulher detida por espancar o marido)

"Todos os dias quando chego a casa, bato na minha mulher: ainda que eu não saiba porque é que lhe bato, ela sabe com certeza porque é que leva".

(ooopppsss... eu não escrevi isso!)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Apaixonada outra vez!



Pele de galinha!

>>Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu

E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu

Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.

Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou.

Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei
Para lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
Para voltar a viver
Já não sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber.

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada.
O quarto vazio na madrugada
Vou deixar-te no frio da tua fala.
Na vertigem da voz
Quando enfim se cala.>>

(Mnemósine, era esta!)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Não: Devagar

Não: devagar.
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.

Devagar...
Sim, devagar...
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar...
Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...

Talvez isso tudo...
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar...
O que é que tem que ser devagar?
Se calhar é o universo...
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?

Álvaro de Campos, in "Poemas"

Procuro (e não encontro)

STOP: isto não é nenhum post lamechas, escusam já de espevitar a orelha: não me vou queixar da vida ou dos (des)amores! (Podem virar a página).
Estou há dias inquieta porque ouvi uma música LIIIIIINNNNNNDA e não há forma de saber quem a canta/ como se chama... nada... não a encontro em lado nenhum e o google/ youtube respondem-me zero quando lhes pergunto: Qual é a música que é assim: timtimtim,tiiiiimmm, tim, ...
Uma tristeza.
Procuro, procuro e não encontro.... Arghhhh!!!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Ouvido de passagem

"É preciso ler 100 livros para escrever um."


(Os 56 da colecção UMA AVENTURA de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada contam?!)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Dupla Homem-Natureza

As condições reuniram-se: S. Pedro colaborou; nada nos deteve: foi o 1º dia de praia a três do ano. Houve mergulhos para todos e Sol na pele (com FP 50+ - que eu maluca é que não sou pouco nessas coisas). Pés e caminho feito na areia, de pegadas que o mar apagou. Levei o fato de mergulho, o biquini ainda ficou na gaveta por falta de coragem. O homem diz que me vai levar ao psicólogo. Querem ver que ainda aceito?

sexta-feira, 29 de junho de 2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Fazer o que ainda não foi feito

(Canta o Pedro e canto eu - logo de manhã, acompanhando a rádio...)

Sei que me vês
Quando os teus olhos me ignoram
Quando por dentro eu sei que choram
Sabes de mim
Eu sou aquele que se esconde
Sabe de ti, sem saber onde
Vamos fazer o que ainda não foi feito

Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão
Queres dizer sim, mas dizes não
Vamos fazer o que ainda não foi feito

E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

E eu sei que dói
Sei como foi andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua
Esse teu corpo é o teu porto, é o teu jeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito

Sabes quem sou, para onde vou
A vida é curva, não uma linha
As portas que se fecham e eu na minha
A tua sombra é o lugar onde me deito
Vamos fazer o que ainda não foi feito

E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

Tens uma estrada
Tenho uma mão cheia de nada
Somos um todo imperfeito
Tu és inteira e eu desfeito
Vamos fazer o que ainda não foi feito

E eu sou mais do que te invento
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pra contar
Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

Vem nesta noite
Fomos tão longe a vida toda
Somos um beijo que demora
Porque amanhã é sempre tarde demais

Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais
Porque amanhã é sempre tarde demais

Desejos

Posso pedir um desejo? Só um?

Pirâmide

BAD HAIR DAY...

(Mas hoje não me importei. Valores mais altos se (a)levantaram)

domingo, 17 de junho de 2012

Gritos.

Pedras



Mesmo que o mundo acabe hoje (galáxia colida, meteorito rebente com a crostra terrestre, terramoto revolte o mar, invasão de ET...) eu vou à massagem de pedras quentes. Uma hora inteirinha que saberá a morangos com chantilly (melhor do que um anel de noivado!). Telemóvel (encéfalo) desligado.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Cor de lula-quando-foge


Ainda estou com cor de lula-quando-foge (caga nisso) mas está
oficialmente aberta cá em casa a época das sandálias e dos pijamas de Verão!


segunda-feira, 11 de junho de 2012

XY

Ele é tãaaaaaaaao fofiiiiinho!

(DES)encontro



Desencontro

Só quem procura sabe como há dias
de imensa paz deserta; pelas ruas
a luz perpassa dividida em duas:
a luz que pousa nas paredes frias,
outra que oscila desenhando estrias
nos corpos ascendentes como luas
suspensas, vagas, deslizantes, nuas,
alheias, recortadas e sombrias.

E nada coexiste. Nenhum gesto
a um gesto corresponde; olhar nenhum
perfura a placidez, como de incesto,

de procurar em vão; em vão desponta
a solidão sem fim, sem nome algum -
- que mesmo o que se encontra não se encontra.

Jorge de Sena, in 'Post-Scriptum'

sábado, 9 de junho de 2012

Making Love



I know just how to whisper And I know just how to cry I know just where I find the answers And I know just how to lie I know just how to fake it And I know just how to scheme I know just when to face the truth And then I know just when to dream And I know just where I touch you And I know just what to prove I know when to pull you closer And I know when to let you loose And I know the night is fading And I know the time�s gonna fly And I�m never gonna tell you everything I gotta tell you But I know I�ve got to give it a try And I know the roads to riches And I know the ways to pain I know all the rules and then I know how to break�em And then I always know the name of the game But I don�t know how to leave you And I�ll never let you fall And I don�t know how you do it Making love out of nothing at all Making love Out of nothing at all Making love Out of nothing at all Making love Out of nothing at all Making love Out of nothing at all Making love Out of nothing at all Making love Out of nothing at all Everytime I see you, well the rays of the sun are all Streaming through the waves in your hair And every star in the sky is taking aim at your eyes Like a spotlight The beating of my heart is a drum and it�s lost And it�s looking for a rhythm like you You can take the darkness from the deep of the night And turn it to a beacon burning endlessly bright I gotta follow it �cause everything I know Well, it�s nothing �till I give it to you I can make the runner stumble I can make the final block And I can make every tackle at the sound of the whistle And I can make all the stadiums rock I can make tonight forever Or I can make it disappear by the dawn And I can make you every promise that�s ever been made And I can make all your demons be gone But I�m never gonna make it without you Do you really wanna see me crawl ? And I�m never gonna make it like you do Making love out of nothing at all Making love Out of nothing at all...

O Homem

O Homem

Sophia de Mello Breyner Andresen

Era uma tarde do fim de Novembro, já sem nenhum Outono.
A cidade erguia as suas paredes de pedras escuras. O céu estava alto, desolado, cor de frio. Os homens caminhavam empurrando-se uns aos outros nos passeios. Os carros passavam depressa.
Deviam ser quatro horas da tarde de um dia sem sol nem chuva.
Havia muita gente na rua naquele dia. Eu caminhava no passeio, depressa. A certa altura encontrei-me atrás de um homem muito pobremente vestido que levava ao colo uma criança loira, uma daquelas crianças cuja beleza quase não se pode descrever. É a beleza de uma madrugada de Verão, a beleza de uma rosa, a beleza do orvalho, unidas à incrível beleza de uma inocência humana. Instintivamente o meu olhar ficou um momento preso na cara da criança.
Mas o homem caminhava muito devagar e eu, levada pelo movimento da cidade, passei à sua frente. Mas ao passar voltei a cabeça para trás para ver mais uma vez a criança.
Foi então que vi o homem. Imediatamente parei. Era um homem extraordinariamente belo, que devia ter trinta anos e em cujo rosto estavam inscritos a miséria, o abandono, a solidão. O seu fato, que tendo perdido a cor tinha ficado verde, deixava adivinhar um corpo comido pela fome.. O cabelo era castanho-claro, apartado ao meio, ligeiramente comprido. A barba por cortar há muitos dias crescia em ponta. Estreitamente esculpida pela pobreza, a cara mostrava o belo desenho dos ossos. Mas mais belos do que tudo eram os olhos, os olhos claros, luminosos de solidão e de doçura. No próprio instante em que eu o vi, o homem levantou a cabeça para o céu.
Como contar o seu gesto?
Era um céu alto, sem resposta, cor de frio. O homem levantou a cabeça no gesto de alguém que, tendo ultrapassado um limite, já nada tem para dar e se volta para fora procurando uma resposta: A sua cara escorria sofrimento. A sua expressão era simultaneamente resignação, espanto e pergunta. Caminhava lentamente, muito lentamente, do lado de dentro do passeio, rente ao muro. Caminhava muito direito, como se todo o corpo estivesse erguido na pergunta. Com a cabeça levantada, olhava o céu. Mas o céu eram planícies e planícies de silêncio.
Tudo isto se passou num momento e, por isso, eu, que me lembro nitidamente do fato do homem, da sua cara, do seu olhar e dos seus gestos, não consigo rever com clareza o que se passou dentro de mim. Foi como se tivesse ficado vazia olhando o homem.
A multidão não parava de passar. Era o centro do centro da cidade. O homem estava sozinho, sozinho. Rios de gente _ passavam sem o ver.
Só eu tinha parado, mas inutilmente. O homem não me olhava. Quis fazer alguma coisa, mas não sabia o quê. Era como se a sua solidão estivesse para além de todos os meus gestos, como se ela o envolvesse e o separasse de mim e fosse tarde de mais para qualquer palavra e já nada tivesse remédio. Era como se eu tivesse as mãos atadas. Assim às vezes nos sonhos queremos agir e não podemos.
O homem caminhava muito devagar. Eu estava parada no meio do passeio, contra o sentido da multidão.
Sentia a cidade empurrar-me e separar-me do homem. Ninguém o via caminhando lentamente, tão lentamente, com a cabeça erguida e com uma criança nos braços rente ao muro de pedra fria.
Agora eu penso no que podia ter feito. Era preciso ter decidido depressa. Mas eu tinha a alma e as mãos pesadas de indecisão. Não via bem. Só sabia hesitar e duvidar. Por isso estava ali parada, impotente, no meio do passeio. A cidade empurrava-me e um relógio bateu horas.
Lembrei-me de que tinha alguém à minha espera e que estava atrasada. As pessoas que não viam o homem começavam a ver-me a mim. Era impossível continuar parada.
_ Então, como o nadador que é apanhado numa corrente desiste de lutar e se deixa ir com a água, assim eu deixei de me opor ao movimento da cidade e me deixei levar pela onda de gente para longe do homem.
Mas enquanto seguia no passeio rodeada de ombros e cabeças, a imagem do homem continuava suspensa nos meus olhos. E nasceu em mim a sensação confusa de que nele havia alguma coisa ou alguém que eu reconhecia.
Rapidamente evoquei todos os lugares onde eu tinha vivido. Desenrolei para trás o filme do tempo. As imagens passaram oscilantes, um pouco trémulas e rápidas. Mas não encontrei nada. E tentei reunir e rever todas as memórias de quadros, de livros, de fotografias. Mas a imagem do homem continuava sozinha: a cabeça levantada que olhava o céu com uma expressão de infinita solidão, de abandono e de pergunta.
E do fundo da memória, trazidas pela imagem, muito devagar, uma por uma, inconfundíveis, apareceram as palavras:
- Pai, Pai, por que me abandonaste?

Então compreendi por que é que o homem que eu deixara para trás não era um estranho. A sua imagem era exactamente igual à outra imagem que se formara no meu espírito quando eu li: .
- Pai, Pai, por que me abandonaste?
Era aquela a posição da cabeça, era aquele o olhar, era aquele o sofrimento, era aquele o abandono, aquela a solidão.
Para além da dureza e das traições dos homens, para além da agonia da carne, começa a prova do último suplício: o silêncio de Deus.
E os céus parecem desertos e vazios sobre as cidades escuras.
Voltei para trás. Subi contra a corrente o rio da multidão. Temi tê-lo perdido. Havia gente, 'gente, ombros, cabeças, ombros. Mas de repente vi-o.
Tinha parado, mas continuava a segurar a criança e a olhar o céu.
Corri, empurrando quase as pessoas. Estava já a dois passos dele. Mas nesse momento, exactamente, o homem caiu no chão. Da sua boca corria um rio de sangue e nos seus olhos havia ainda a mesma expressão de infinita paciência.

A criança caíra com ele e chorava no meio do passeio, escondendo a cara na saia do seu vestido manchado de sangue.

Então a multidão parou e formou um círculo à volta do homem. Ombros mais fortes do que os meus empurram-me para trás. Eu estava do lado de fora do círculo. Tentei atravessá-lo, mas não consegui. As pessoas apertadas umas contra as outras eram como um único corpo fechado. À minha frente estavam homens mais altos do que eu que me impediam de ver. Quis espreitar, pedi licença, tentei empurrar, mas ninguém me deixou passar. Ouvi lamenta­ções, ordens, apitos. Depois veio uma ambulância. Quando o círculo se abriu, o homem e a criança tinham desapareci­do.

Então a multidão dispersou-se e eu fiquei no meio do passeio, caminhando para a frente, levada pelo movimento da cidade.

Muitos anos passaram. O homem certamente morreu. Mas continua ao nosso lado. Pelas ruas.

Aftas

Grrrrrrrrr.... Voltaram.

(Sempre que as aftas me aparecem, rumino a frase: "as aftas ardem e as hemorróidas idem").


Maluca? Quem, eu?

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O fim do mundo

ATENÇÃO, por favor:

- Li de fonte segura que a Via Láctea vai colidir com a Andrómeda daqui a 4 mil milhões de anos.

Não deixem para amanhã o que podem fazer hoje.

1 de Junho e 1980.

1 de Junho: Dia Mundial da Criança (assim sendo, posso dizer que é o meu dia, não posso?!)

Ora - nasci em 1980, noves fora, ... sou uma criança, sim.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Súditos

SÚDITOS: todos nós o somos de alguém; todos nós os temos (numa ou noutra fase da vida).

É bom ter um súdito aplicado (que me torna os dias mais light).

Telepatia



Vou precisar de muita, para superar com sucesso a semana que já hoje começou: TELEPATIA.

sábado, 19 de maio de 2012

Nos dias sem rinite (cheiros)

Cheira-me que vai ser este.

(Que por acaso traz ESTE de oferta).

Semelhanças

Há a LEONA e depois há EU.

(As semelhanças? Nenhumas. O blogue é meu).

Morto / matado, salvo / salvado

Segundo a Wikipedia (ANA DANTAS) e, muito bem, é assim:
- "Depois de eu ter morto / matado vários doentes, lá consegui salvar um"

http://www.ciberduvidas.com/pelourinho.php?rid=1679

Suporte avançado de vida (e um pretexto para um biquini novo)

E depois de ter matado (é "matado" ou "morto", Carlinha?) alguns manequins e salvo (salvado?!) outros tantos (era vê-los a fibrilhar - fibriLar, como diria o meu antigo chefinho - , bradicardizar, assistolizar, taquicardizar) aproveitei a campanha da Calzedonia e ofereci-lhes o horror de biquini que comprei há 2 anos enquanto estava grávida, e recebi um 5 euritos mais baratucho, escolhido a dedo. Lindo, lindo, lindo que só ele.

PS - Amanhã volto ao shopping porque esqueci-me de comprar também o corpinho da Gisele Bundchen. Espero que tenha desconto.


PS2 - O meu homem diz que tem um blogue. Eu não sei de nada. http://pi-ro-net.blogspot.pt/

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Miguel e Maria João



(...) "Se o primeiro filho que nasce é considerado o primeiro, pode apagar o casamento ou substitui-lo. Os pais jovens - os homens e as mulheres - têm de tomar conta de ambos os filhos. Se a mãe está a tratar do filho em carne e osso, o pai, em vez de queixar-se da falta de atenção, deve tratar do mais velho: do casamento deles, mantendo-o romântico e atencioso." (...)


http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=201010260730&author=1133

(Miguel Esteves Cardoso - Um segredo de um casamento feliz)

Castigos divinos

domingo, 13 de maio de 2012

O que tem que ser tem que ser :)

Está na hora de voltar a fazê-lo: já lá vão 6 meses desde a última vez e com este nosso tempinho (meteorologia) Açoriano, não há hipótese. Não há fibra capilar que resista. O que tem que ser, tem que ser (grande máxima, não? NOT).

Prazeres


Vou só ali por os pezinhos na água e já venho!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Benditas Quiches

O nosso jantar de hoje (10 min de preparação + 20 min no forno):

- 1 base de massa quebrada;
- 150 g de queijo flamengo ralado;
- 150 g de fiambre;
- 150 g de azeitonas verdes às rodelas;
- 1 pacote de natas;
- 4 ovos;

1 forno a 180º C = DELÍCIA Lambe-beiços ;)

ÓDIO = Banif

Não aguento! Estou desde manhã a tentar aceder à minha conta a partir do site do BANIF e NAAAAADA! Arrrgghhhhh que ódio. Ódio. Nervos. (Se fosse só uma coisinha de hoje, passava, acreditem que não sou rapariga de nervos à flor da pele, mas é em 2/3 das vezes). Termino com um rol de palavrões: podem pensar nos que quiserem. Aaaaaahhhhhhhhh!

sábado, 5 de maio de 2012

IRS separado em vista...

Quer parecer-me que estamos prestes a fazer IRS separado outra vez... Acabo de destruir o vigésimo camiseiro branco do homem, que passou a "camiseiro branco com uns toques abstractos de azul" após lavagem de roupa.
Malditos boxers azuis do Super-man. Malditos... (Se não voltar a postar nas próximas 24H é porque a coisa ficou feia, mesmo feia...)


- Ainda assim, acho que poderia ser pior: se os boxers fossem rosa-choque... Não acham? Ai Aibeleen / Minnie, que, quer parecer-me, preciso de vocês como as plantas precisam de água...

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Micro macro ou o blogue das futilidades

Tal-e-qual.

Perguntem-me vocês:
- Qual é o teu perfume de homem preferido?


- Qual é o teu perfume de homem preferido?

                    - SPORT - Dolce & Gabbana

(Ou se preferirem faço-vos um resumo sobre a Dor Neuropática...)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Eu má-língua...

Uma boa bodega é o que é: a prova viva de que "AS APARÊNCIAS ILUDEM"... Os meus vernizes tão fofo-lindinhos que adquiri hoje são uma fraude - uma eternidade para secarem e, depois de seca, a pintura estragou-se na primeira muda de fralda (depois de mais de 15 minutos de mãos a abanar, a dar uma de dondoca)... Enfim... Vernizes da Claire's? NÃO!

domingo, 29 de abril de 2012

Dedo mindinho

O meu dedo mindinho contou-me:

5-11-12-27-33 + 3 e 7.

Quem é que é amiga, quem é?

Desejos

... saber (poder) um dia andar sobre estas andas...

Sem horas

Pequeno-almoço, em sossego, ao meio dia após ménage à quatre depois de muito tempo sem o fazer. É coisa para se ir fazendo, mas só lá de vez em quando. Já não tenho estofo para tanto, muitas vezes.
Baby ficou com os avós...
Hoje não preciso de olhar para o relógio. Sem horas. É bom.

sábado, 28 de abril de 2012

Esperança...

O meu novo anticelulítico da SPAUSA garante (jura a pés juntos) que se eu o usar religiosamente todos os dias durante 3 semanas, daqui a 21 dias terei menos 2 cm de anca (cu) e menos 1 de barriga. Eu paguei para ver... (vamos a ver se em vez de me besuntar, não me dá para comê-lo...)

Autógrafo

Logo vou dar um autógrafo a estes senhores... Ai!

Hoje

Casamento e benesses

Tenho vindo a confirmar mais uma benesse do casamento: o marido preenche a declaração do IRS. Assim vale a pena!

AXE - odeio.

Do amor ao ódio: já referi aqui algumas vezes que amava o novo deo axe feminino... foi uma edição limitada, não voltaram a fazê-la e as 11 amostras que consegui arranjar já se foram... Acabo de ver nova publicidade, agora de AXE gel para cabelo para ELE. Como é? E para nós, as gajas? Arghhhhh. Do amor ao ódio.

Mudanças

Diz que "after changes after changes we are more or less the same", mas está a apetecer-me ser mais ou menos o mesmo ASSIM...

(Deixas, Dreia?!)

domingo, 22 de abril de 2012

Taras e manias

Cada um com as suas:

A minha (uma das minhas mil e quinhentas, vá...) tara e mania é, desde há mais de 5 anos, só comprar cuecas pretas ou brancas: não há cá florzinhas, bonequinhos, banda desenhada, cores tipo rosa-choque ou cor do burro quando foge. Se não são brancas (que dão muito jeito para o Verão) são pretas, de certezinha.

sábado, 21 de abril de 2012

Aventura (NOT) na Primark

Andava eu toda contentinha a escolher prendinhas (pechinchas maravilhosas) para moi-même e para ir ofertando ao povo (estive mais de uma hora nisso, o equivalente a 2 sacos cheios) quando, por alguns instantes, poiso os sacos num cantinho, para ir fazer a última selecção antes de me dirigir à Caixa. Ia panicando quando me apercebi que os meus queridos saquinhos (sacões) já não estavam onde os tinha deixado... Pensei cá comigo: "Claudinha, no stress, estás na Capital, o atendimento é outro... algum empregado deve ter levado as compras para a Caixa..."
E lá fui feliz e contente, com as mãos cheias com mais 4 ou 5 pechinchas-lindas. Na Caixa: "Sacos? Não! Os colaboradores recolhem os sacos que vêem "abandonados" na Loja e são logo desfeitos nos provadores". Eu: "Quêeeeeeeeeee!!!??? Quase duas horas de busca meticulosa e selecção do melhor que há por água-abaixo?!! Ahhhhhhhh!!!" E fui, feita louca, em corrida, esbaforida, até aos provadores, tentar salvar o que me pertencia... Infrutífero esforço. Já tinham sido desfeitos e eu não tinha permissão para entrar no quarto e tentar procurar as minhas coisinhas... Só não morri porque não calhou... (E fingir um desmaio não dava muito jeito naquela altura).

Corolário: LIVRO AMARELO + Mini-ronda para levar só mesmo o indispensável - que nem um saco encheu: as sabrinas, a roupa para o puto, as calças do pai e a prenda para o V... Ai, que tristeza. Valha-me Deus.

Senhores da PRIMARK - quando virem sacos "abandonados" no chão, não os levem, sff (pelo menos até a Loja fechar): é que nos Açores não te temos, e a menina gosta de umas coisinhas novas lá de vez em quando...

Pois é!

"Preparar o futuro significa fundamentar o presente."
(Antoine de Saint -Exupéry)

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sometimes you wanna go ...






Making your way in the world today takes everything you've got.
Taking a break from all your worries, sure would help a lot.
Wouldn't you like to get away?
Sometimes you want to go
Where everybody knows your name,
and they're always glad you came.
You wanna be where you can see,
our troubles are all the same
You wanna be where everybody knows
Your name.
You wanna go where people know,
people are all the same,
You wanna go where everybody knows
your name.
Making your way in the world today
Takes everything you've got;
Taking a break from all your worries
Sure would help a lot.
Wouldn't you like to get away?
All those night when you've got no lights,
The check is in the mail;
And your little angel
Hung the cat up by it's tail;
And your third fiance didn't show;
Sometimes you want to go
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;
You want to be where you can see,
Our troubles are all the same;
You want to be where everybody knows your name.
Roll out of bed, Mr. Coffee's dead;
The morning's looking bright;
And your shrink ran off to Europe,
And didn't even write;
And your husband wants to be a girl;
Be glad there's one place in the world
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;
You want to go where people know,
People are all the same;
You want to go where everybody knows your name.
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came...

Espelho meu, espelho meu (cozinha minha, cozinha minha...)

... Haverá algum armário de tupperwares mais desarrumado do que o meu?!