quinta-feira, 31 de março de 2011

Cientificamente provado

" As grávidas podem beber álcool sem risco. Nas operações STOP a polícia não costuma fazer-lhes o teste do balão."

A C N E

Hoje acordei ASSIM.
Mini-deprê.
Quero CHOCOLATESSSSSSSSSSSSSSSSSS!


(Ok, sem a mosca e sem o dente podre...)

terça-feira, 29 de março de 2011

Dancing in the dark

(Um plágio descarado ...)

I get up in the evening


and I ain't got nothing to say

I come home in the morning

I go to bed feeling the same way

I ain't nothing but tired

Man I'm just tired and bored with myself

Hey there baby, I could use just a little help



You can't start a fire

You can't start a fire without a spark

This gun's for hire

even if we're just dancing in the dark



Message keeps getting clearer

radio's on and I'm moving 'round the place

I check my look in the mirror

I wanna change my clothes, my hair, my face

Man I ain't getting nowhere

I'm just living in a dump like this

There's something happening somewhere

baby I just know that there is



You can't start a fire

you can't start a fire without a spark

This gun's for hire

even if we're just dancing in the dark



You sit around getting older

there's a joke here somewhere and it's on me

I'll shake this world off my shoulders

come on baby this laugh's on me



Stay on the streets of this town

and they'll be carving you up alright

They say you gotta stay hungry

hey baby I'm just about starving tonight

I'm dying for some action

I'm sick of sitting 'round here trying to write this book

I need a love reaction

come on now baby gimme just one look



You can't start a fire sitting 'round crying over a broken heart

This gun's for hire

Even if we're just dancing in the dark

You can't start a fire worrying about your little world falling apart

This gun's for hire

Even if we're just dancing in the dark

Even if we're just dancing in the dark

Even if we're just dancing in the dark

Even if we're just dancing in the dark

Hey baby




segunda-feira, 28 de março de 2011

Ambrósio ...

... apetecia-me algo ...

(Quem é que me manda ser linguaruda, heim? Bebe aguinha, querida, aguinha que é boa para os rins...)

Funeral

Um funeral que me auto-impûs, hoje, após o fondue pecaminoso, antes que seja tarde de mais (com testemunhas): fim ao chocolate até ao dia 4 de Abril.
E quem me vir comer chocolate tem liberdade de me chamar "Biggest looser" até ao resto dos meus dias e todos os nomes do dicionário sinónimos e afins de moleixa, gordurosa, monte de banha, etc e tal.
E tenho dito.

sexta-feira, 25 de março de 2011

É meu!

É meeeuuu!
Venha o bom tempo e o jet bronze!

País desgovernado e eu...

... de parabéns, pois consegui sentar-me e abrir o relatório (e avançar nele) - o que não fazia há praticamente 2 meses.
Como auto-prenda, estou a devorar uma caixa de FERRERO RONDNOIR. É justo.

Bebé começou a chorar: ou isto corre muito bem e ele após 3 canções fica satisfeito e adormece - como um bebé - e eu volto ao trabalho e aos ferreros, ou isto corre muito mal e acabou-se o relatório e os ferreros por hoje. Veremos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ai, coisinha mailinda!

Obrigada a elas!

3X + 15Y : mais infinito = ?

Uma equação impossível?

Já passaram 15 anos desde a altura dos serões a resolver problemas possíveis e impossíveis, cheios de variáveis, probabilidades, infinitos, tender para zero (...) a encher o balde de lixo de exercícios resolvidos para tentar umas notitas jeitosas para entrar no curso que queria.
E consegui (à custa de muitas árvores...).





quarta-feira, 23 de março de 2011

Palavras importantes (que não PEC's)


Palavras importantes, que não PEC's.
Leitura obrigatória.

"A saúde mental dos Portugueses"
Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso, publicado no Público, 2010-06-21

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas
esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo
epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da
Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No
último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença
psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas
perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com
impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência,
urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das
crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens
infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos
dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos
os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na
escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos
terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade
de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural
que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos,
criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze
anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100
casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo
das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres
humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas
sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém
maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa,
deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de
alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez
mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família.
Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença
prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e
produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de
três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a
casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma
mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão
cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho
presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela
falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição
da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual,
tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar
que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês,
enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à
actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e
complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de
escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando
já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com
responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos
números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de
pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um
mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de
um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência
neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se
há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma
inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra





domingo, 20 de março de 2011

Surpresa do dia

O meu homem comprou hoje uns óculos de Sol - modelito acima (ele não se convence com os dos Chineses...): já andava a ver o mundo às riscas desde há vários meses, altura em que inadvertidamente riscou as lentes dos antigos (e, na Loja, lhe disseram que a marca - não Chinesa! - tinha descontinuado aquele modelo e que já não havia lentes disponíveis para substituição). Estava mesmo necessitado, verdade seja dita. E vai daí que a surpresa do dia foi ter-me trazido um par bem jeitoso de óculos Pepe jeans, "oferta" por mais 15 Euros, na compra dos seus.
E eu não disse que não.

These too!

They're mine


sexta-feira, 18 de março de 2011

Flashdance






First, when there's nothing but a slow glowing dream
That your fear seems to hide deep inside your mind
All alone I have cried silent tears full of pride
In a world made of steel, made of stone

Well I hear the music, close my eyes, feel the rhythm
Wrap around, take a hold of my heart

[Chorus:]
What a feeling, bein's believin'
I can't have it all, now I'm dancin' for my life
Take your passion, and make it happen
Pictures come alive, you can dance right through your life

[Solo]

Now I hear the music, close my eyes, I am rhythm
In a flash it takes hold of my heart

[chorus (with ... "now I'm dancing through my life")]

What a feeling

What a feeling (I am music now), bein's believin' (I am rhythm now)
Pictures come alive, you can dance right through your life
What a feeling (I can really have it all)
What a feeling (Pictures come alive when I call)
I can have it all (I can really have it all)
Have it all (Pictures come alive when I call)
(call, call, call, call, what a feeling) I can have it all
(Bein's believin') bein's believin'
(Take your passion, make it happen) make it happen
(What a feeling) what a feeling... [to fade]

quarta-feira, 16 de março de 2011

Exercício no sofá



Esta noite tive uma ideia brilhante!
Será que isto resulta? Por pouco mais de 50 euros e muuuito sofá, poderei voltar ao que era!

Idosa roubada por falso recenseador de Censos 2011

Pois é... Lamentável.
(É por estas e por outras que eu não abro a porta quando estou sozinha em casa ...)

- Mas... uma lata com mais de 1000 euros em casa?

terça-feira, 15 de março de 2011

Chorava,chorava,chorava - maldito velcro.

Mini-história para as futuras mamãs:
Era uma vez ...

Estava num pranto, o meu fofo. Quando está assim, atinge níveis de decibéis não imagináveis para uma coisinha daquele tamanho (quase intoleráveis para o ouvido humano).
Tinha mamado à descrição, tinha-lhe mudado a fraldinha (e levado com um potente jacto de água e ureia no avental), a temperatura da sala estava agradável e ele não se calava - nem ao colo e depois de cantar 3 canções completas, incluindo o Hino do Benfica. A mamã já estava preocupada (não, não eram cólicas!) e decidiu despir-te e ver se tinha apertado demasiado a fraldinha; não estava demasiado apertada. "Um chatinho que tu estás" - pensei eu. Berravas, gritavas, inconsolável.
O que era?
E agora aprendam, futuras mamãs: o velcro do body novo (tens 3 iguais) para apertar nas costas era mais rijo do que palha-de-aço (= a pele do pescoço já eritematosa do atrito).
Meu querido filho.
Chato? NÃO!
Parva é a mãe que ainda não percebe o teu choro.

(Mas deixa estar, meu Bebé, que a mamã já está de tesoura, linha e agulha na mão para "fazer a folha" aos malditos velcros).

... e viveram felizes para sempre (= 2 horas de soninho tranquilo...)

segunda-feira, 14 de março de 2011

MINI - DEPRÉ

Pergunta-se:
- Quando é que os meus trapitos de há 1 ano, me voltarão a servir?


(Dez pares de calças de ganga experimentados que não me passam das coxas... Terei mesmo de ir à Elíptica e cortar na ração ou ficar esticada no sofá mais 3 meses servirá?)
(mini)DEPRÉ!

Eu sei que os crepes com chocolate, os gelados, as bolachas recheadas, os queijinhos com Pão-do-rei comidos dia sim, dia sim, não são propriamente dietéticos, mas mesmo assim...

sexta-feira, 11 de março de 2011

SOS-Empregada-Precisa-se!

A minha Dona M. foi operada - coisinha pouca (dentro da invasividade das cirurgias, entenda-se) - mas infelizmente complicou - recuperação com intercorrências que, não matando, mói de certeza. Uma das consequências, foi eu ter ficado sem os seus serviços desde há mais de 1 mês, enquanto ela recupera, espero eu, para voltar em forma (ainda que sem vesícula).
Com bebé ao colo (faz hoje 1 mês e 8 dias) e sem empregada, lá fui gerindo mais ou menos (mais para o menos!), com o inevitável acumular de pó (móveis pretos - imaginem!) e o extra de ter 2 gatos em casa.
Rendi-me à evidência e lancei um "SOS empregada precisa-se" - a minha futura madrinha de casamento safou-me! Um telefonema e ficou o assunto resolvido, para começar 2 dias depois - hoje (Senhora com referências...).
O Simão deixou-nos dormir esta noite - verdade seja dita - acordou às 4h com fomeca, comeu e voltou ao seu soninho - mas fui atordoada por um pesadelo que me consumiu muitas horas de sono - "como seria a empregada nova"?
- O meu pesadelo: mulher com 30 e poucos anos, grávida no terceiro trimestre que me apareceu em casa de cigarro na boca e a dizer "hum hum" a tudo o que eu lhe dizia e perguntando o que eu tinha acabado de dizer, mal o acabava de fazer. Imaginem ... pior quase impossível.
- O despertador tocou, logo a seguir a campainha da porta - era a D. S. - estatura franzina, olho e tez claros, semblante tímido, na casa dos 50. Conversámos o que foi preciso, ela pôs mãos à obra, e eu voltei para a cama mais 2 horitas.
Perfeita? Não. Good enough. Negócio fechado.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Frase do dia

"Evitar discussões é a melhor forma de aumentar a probabilidade de elas surgirem mais fortes no futuro."

Mai nada.

segunda-feira, 7 de março de 2011

14 - 7

Foram 14.
Ficaram 7.
Até Junho é manter; depois disso, começa a luta!
Em Agosto:  menos 7 e jet bronze.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Big Brother's watching you

Um dia meu no big-brother:

Começa entre as 4 - 5h30 da manhã (o papá dorme):
- primeira mamada do dia; já consegui discipliná-lo para o fazer em meia-hora - não é actividade passiva - há que estar sempre a estimulá-lo, de várias formas, para o manter acordado e com um ritmo de sucção adequado;
- segue-se o arroto e depois a muda da fralda (vai-não-vai - já passaram 50 minutos) - o papá às vezes acorda, outras continua a dormir (e ressona).
- O Bebé volta ao berço - muitas vezes acontece ISTO durante 10 minutos contínuos - mas, ok, comeu, a fraldinha está limpa, está confortável, vai acabar por calar-se; e cala-se.
- Dormimos até às 8h30 - 9h30.
- Segue-se o ritual que, já perceberam, não leva menos de 1 hora - às vezes é o papá quem muda a fraldoca antes de sair para o trabalho. Dormimos - mãe e filho - até ao meio-dia. O ritual repete-se, a mamã toma um duche rápido (sim, queridas pré-mamãs - podem continuar a tomar banhoca) e descemos para receber o papá que traz o almoço (quando não é Redon; a Arlete devia ter um cartão de cliente frequente, com descontos, para os mais assíduos, isso é que era...).
- Almoçamos, entre choros e chorinhos de mimo - também precisa de colo o miúdo - o papá lá faz o que pode ... e, depois disso, tentamos pô-lo no parque.
ISTO outra vez (que pode chegar aos 20 minutos contínuos; não sei como os vizinhos ainda não se queixaram!). A mamã já consegue deixá-lo nesta actividade, enquanto arruma as coisas da cozinha. Volta ao pequeno - dá-lhe mimo, canta para ele, faz-lhe cócegas, fala com ele - ensina-lhe a dizer "mamã", aproveitando a ausência do pai! - tira fotografias, vai ao facebook, lê o jornal, vai aos blogs e vai fazendo musculação, alternando-o de um braço para o outro. Tchanaaammm - de repente - sem se estar à espera - pára o choro e entra num sono profundo REM que vai desde uns minutinhos até 1-2horas; o revés é o choro começar a ficar mais vigoroso e o pescoço e a boca começarem a virar-se para um lado num acto de desespero, esperneia por todo o lado e não há cá cantiga ou chupeta que nos valham: mama e fralda outra vez.
- Aparecem as visitas - fuga rápida à monotonia. São quase 18H - a mãe tem fome; vai lanchar, trata da roupa, do lixo, intercalando com pegas curtas ao colo, passeios pela casa e tentativas de manter a chupeta na boca ...
- Ufa, o pai chegou. Jantamos - sempre com o mesmo pano de fundo -;
- 21H: Pijama. Televisão. O pai faz o que pode - quer ensinar-lhe o hino do benfica - não sei se ele vai aprender, pelo menos para já, mas dá para o manter calado uns bons minutos. Novamente hora da papa - que é como quem diz - meia-hora de mama e, vai-não-vai, hora da banhoca; em 20 minutos, no máximo, todo o processo fica concluído - é feito a dois. O papá é muito jeitoso para vestir o filho enquanto ele berra e estremece de frio. Hora da cama - 23H - mamada, etc, etc...
No meio de tudo isso, junto - os sorrisos, os olhares, os gestos, as caretas, a doçura e o AMOR que nos une e que faz com que tudo isso valha a pena.
- Às 4 a.m. as coisas repetem-se.
(Ainda estão aqui?!)



PS - Escrevi este post em 20 minutos e o Simão ainda dorme (certo que com uma ameaça de choro pelo meio, mas que não se desenrolou! Lucky me!)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Despertador

SUGESTÃO:
Para os dorminhocos que detestam a hora do despertador tocar e raramente se levantam à primeira: tenho a solução. Ofereço (ou, melhor, seguindo a nova moda - pagam o que quiserem - ) gravação de bebé recém-nascido a chorar para porem no telemóvel e usarem como despertador. Aposto que não aguentam mais do que 5 segundos sem sairem da cama - mantenham o telemóvel afastado, pois, ensonados, poderão parti-lo de tão enfurecidos e alterados com tal efeito sonoro. Vai uma aposta? (É só pedirem!)

terça-feira, 1 de março de 2011

Hoje foi o primeiro dia

Dia 26.
Hoje saí de casa pela primeira vez sem o meu pimpolhinho - 48 minutos de afastamento.
Não houve estragos, não me desfiz em lágrimas.
A repetir.

Obrigada S_G_I_H_!