sexta-feira, 29 de março de 2013

SACRIFÍCIOS

Estou há algum tempo a tentar decidir ir em frente com uma vontade: deixar de ter franja. Dá trabalho, há a fase chata e incómoda, mas já não vario há muito e estes 5 meses em casa, sem grande disponibilidade para cabeleireiros, vão facilitar-me a tarefa. Assim, espero que no fim deste período eu deixe de ser (mais ou menos) assim:
 
 
 
... e passe a ser (mais ou menos) assim:
 
 
 
Que me dizem?

quinta-feira, 28 de março de 2013

Pois é

"Se sabes, e sentes, que és bom e dizes que és uma merda: então és mesmo uma merda. E das grandes."
Pedro Chagas Freitas

quarta-feira, 27 de março de 2013

Hora do lanche

Lanche equilibrado:

- Salada de alface + tomate + queijo feta (que sobrou do almoço)
e...
- uma tacinha (grande) de gelado After eight.

(comi salada...)

terça-feira, 26 de março de 2013

Fina e segura (EVAX)

Já não comprava coisas destas há mais de 9 meses. Ainda tinha meia dúzia de exemplares espalhados pelas casas de banho da casa e em várias malas (mulher prevenida). Hoje voltei a precisar. O homem foi às compras sozinho, incumbido desta tarefa. E não, surpreendentemente não, não me trouxe fraldas para incontinência - trouxe-me uns fofíssimos Evax fina e segura, versão recente dos meus velhinhos. E que bons que são - quase que apetece usá-los todos os dias. Cheiram a morango.

segunda-feira, 25 de março de 2013

63



Deve acompanhar-me nos próximos 6 meses.

O meu filho

Tem o meu cheiro, a minha pele, o meu cabelo, os meus olhos, a minha boca e nariz (perfeitos), o meu queixo, as minhas orelhas e o meu feitio.

(O resto é do pai).

 

terça-feira, 19 de março de 2013

SOL


Depois de alguma espera e de muitos pedidos, parece que ELE chegou: Sê bem vindo, Sol!
A minha casa é a tua casa. Podes ficar: arranjo-te comida, cama e roupa lavada. O que queres mais?

segunda-feira, 18 de março de 2013

"Não se acostume..."



Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!


(Fernando Pessoa)

sexta-feira, 15 de março de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

FRANCISCO - O PAPA

O Sr. Cardeal Argentino Jorge Mario Bergoglio é o novo Papa. Fumo branco.
Escolheu o nome de Francisco.


Nunca pensei que o meu facebook chegasse tão longe e fosse lido por tão distinta Santidade.
Tenho provas de que o nome do meu filho - FRANCISCO - já estava escolhido há meses. Eu tive a ideia primeiro.

terça-feira, 12 de março de 2013

HELP!

PROCURO - em S. Miguel:


(E não, o Continente não tem, a Pré-Natal não tem, a KAP também não - têm uns modelos que não se adaptam à cama em questão... Mais ideias?)
 

10 dias

AZIA

Procuram-se voluntários para partilhar azia!
Anybody?!


(Raios! Quem me mandou repetir a dose de bolo de chocolate?)

domingo, 10 de março de 2013

Ditado popular de S. Miguel


"Aos fins-de-semana todos os caminhos vão dar ao Parque Atlântico (principalmente se chover)".

sábado, 9 de março de 2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

RESILIÊNCIA



 (...) "Haja resiliência!
Essa é com certeza uma expressão adequada aos dias de hoje. Só a paciência já não basta.
Além de pacientes, precisamos ser determinados, confiantes, ousados e ao mesmo tempo flexíveis e conscientes para manter os problemas em perspectiva - alguns têm solução, outros não -, deixar que o tempo se encarregue de mostrar os caminhos e, sobretudo, aprender a olhar de forma diferente para eles e achar novas maneiras e estratégias de contornar as adversidades" (...)


 

Vícios

Estou há mais de 24H sem recorrer a ISTO!

 
Que seja um DIA DA MULHER LIVRE!

quinta-feira, 7 de março de 2013

Ditado (pouco) Popular

Já dizia o ditado:

- Balança avariada (sobremesas em casa), dia santo na loja.

O H(h)omem (Porque amanhã é o dia da Mulher)

"É preciso Restaurar o Homem.
A minha civilização repousa sobre o culto do Homem através dos indivíduos. Teve o desígnio, durante séculos, de mostrar o Homem, assim como ensinou a distinguir uma catedral através das pedras. Pregou esse Homem que dominava o indivíduo...
Porque o Homem da minha civilização não se define através dos homens. São os homens que se definem através dele. Há nele, como em todo o Ser, qualquer coisa que os materiais que o compõem não explicam. Uma catedral é uma coisa muito diferente de uma soma de pedras. É geometria e arquitectura. Não são as pedras que a definem, é ela que enriquece as pedras com o seu próprio significado. Essas pedras ficam enobrecidas por serem pedras de uma catedral. As pedras mais diversas servem a sua unidade. A catedral as absorve, até às gárgulas mais horrendas, no seu cântico.
Mas, pouco a pouco, esqueci a minha verdade. Julguei que o Homem resumia os homens, tal como a Pedra resume as pedras. Confundi catedral e soma de pedras, e, pouco a pouco, a herança desvaneceu-se.
É preciso restaurar o Homem. Ele é a essência da minha cultura."
 
                                                                                                             Antoine Saint-Exupèry
 
 
(Partilhada por um Amigo)

quarta-feira, 6 de março de 2013

Versão soberba - Ne me quitte pas

 



"Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déja
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur do bonheur
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Moi je t'offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Ou il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'apres ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumiere
Je ferai un domaine
Ou l'amour sera roi
Ou l'amour sera loi
Ou tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-la
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te raconterai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
On a vu souvent
Rejaillir le feu
D'un ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brulées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai la
A te regarder
Danser et sourire
Et a t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas"

sábado, 2 de março de 2013

Mulheres trintonas

 

Ser mãe, mulher e profissional nos dias de hoje – o outro lado do “Sexo e a Cidade” – a tríade (im?) possível.
 
Às 7:00 toca o despertador (isso se já não tivermos sido despertadas pelo mini-despertador ambulante lá de casa, que poderá ser, por exemplo, um loirinho de 2 anos: o dia começa). Por mais que apeteça continuar na cama, a Segurança Social não cobre as Baixas postas por motivo de preguiça (pelo menos não deveria…). As mulheres que cumprem esta tríade sabem bem ao que me refiro (as que não, ou não perdem pela demora, ou então deixem-se estar sossegadas!) – a primeira hora da manhã de todos os dias da semana é comparável (tendendo para pior!) ao reboliço vivido nas horas que antecederam o 25 de Abril; e nós, (super) mulheres, sobrevivemos, dia após dia. Cá estamos. Lindas e, para além disso tudo, tentando, a todo o custo, manter um índice de massa corporal que não seja comparável ao das focas ou baleias.
Nesta primeiríssima hora do dia já fomos mãe (o puto ainda não come, não se veste, não lava os dentes, não se penteia sozinho), mulher (lembrámos o marido das coisas imprescindíveis que lhe competem fazer naquele dia – normalmente só uma – como não se esquecer de ir buscar o miúdo à creche e não será muito boa ideia ir de pijama para o trabalho, com cabelo por lavar de há 3 dias e sem BBcream* na cara, que sempre nos dá um arzinho mais apresentável em menos de 1 minuto – a falta destes dois últimos parâmetros não faz parte da listagem dos motivos de despedimento por justa-causa, mas não dará muito boa impressão - e, apesar do marido rotineiramente mal reparar quando regressamos a casa formosas do cabeleireiro, e o dizer “estás linda” já quase ser como a mensagem automática do telemóvel que diz “estou em reunião”, no dia em que nos distraímos e deixamos aparecer a raiz escura no louro supernatural pintado há 2 meses, ele franze a testa. Posto isso, há que fazer o jogging matinal (do parque de estacionamento para a nossa secretária) e picar o ponto antes das 9:00 para não sermos chamadas à Administração (e fazer tudo isso sem cheirar a sovaco no final do dia, é, obviamente, condição sine qua non).
Avante. Esta tríade mãe-mulher-profissional até poderia ser levada de forma leviana e cumpriríamos com os três requisitos quase com uma perna às costas (e ainda ter um tempinho livre para ir ao ginásio melhorar a flexibilidade e a resistência), mas, o que vem complicar um pouco a questão é que ser mãe, não é só ter um filho; ser mulher não é só ter aliança e recordar o dia da boda; ser profissional não é só picar o ponto: ser mãe-competente, mulher-apetecida e profissional-empenhada, esse sim, é o nosso desafio diário – é aquilo a que chamo de “o outro lado do Sexo e a Cidade”. Digo, já a caminho dos 3 anos de experiência, que é uma tríade possível. Àquelas que agora começam, não desanimem (as outras sabem a que me refiro: parece que se morre, mas sobrevive-se!).
 
“After all, computers crash, people die, relationships fall apart. The best we can do is breath and reboot.” (Carrie Bradshaw, in Sex and the City).
 
À mulher na casa dos 30 tudo é permitido (tudo é exigido): já deverá ser suficientemente madura mas ao mesmo tempo ainda suficientemente jovem; no trabalho, já tem subalternos a quem dar orientações, mas continua com os chefes que lhe relembram que “tudo é para ontem”; em casa, na melhor das hipóteses, espera-a um marido que pretende ascender na carreira (e, claro, se não for agora não há de ser aos 50, de bengala) que se empenha na formação extralaboral (com o desemprego como alternativa…), a(s) criança(s) dependente(s), uma Bimby que ajuda, mas não faz milagres, o pó que se acumula, o frigorífico que se esvazia à velocidade da luz, as contas que aparecem antes do ordenado, os extras, as solicitações dos amigos (que ainda bem que as há), isso tudo a juntar aos dias iguais aos de toda a gente – de apenas 24 horas – (ah, há também o facebook) que fazem com que não haja espaço para “baixar os braços”. Com tudo isso, uma das grandes vantagens – há muitas outras, garanto! – não há crise (Troika) que nos derrube porque simplesmente não há tempo para pensar nela.

Hoje não é “O” Dia Internacional da Mulher (assinalado religiosamente no calendário das Nova Iorquinas a 8 de Março, desde 1857) mas foi pensando em alguns exemplos de mulheres-mães-profissionais que me rodeiam - para além de mim -, que decidi deixar estas linhas – foi por isso e para relembrar às pessoas que em tempos difíceis, nunca nos poderemos esquecer que, quando tudo o resto já foi feito, o melhor a fazer é, como diz a Carrie**, “respirar e reiniciar”. Sempre. (Entretanto, enquanto escrevia este texto, já mudei uma fralda, pûs roupa a lavar, alinhavei o almoço e fiz a recolha selectiva do lixo para o homem ir pôr nos contentores).
BOM DIA! Às 7:00 toca o despertador…
 
(Nota: *BBcream – creme hidratante da face com cor; **Carrie – personagem principal da série “Sexo e a Cidade”).