terça-feira, 27 de março de 2012

Compulsões (estou aí a um milímetro do patológico)

Ah, pois é: não sou perfeita - eu bem sei que disfarço bem e que já vos tinha convencido a todos de que aqui a "je" era o sonho de qualquer homem, que vocês homens seriam inteligentes se começassem todos a fazer filinha e a tirar o tiquet para se me apresentarem para eu escolher: rapariga poupadinha (qualquer bijuteria me convence), boa dona de casa (uma lady na cozinha), auferedora de rendimento (não dependo da mesada do XY), 86-60-86 (mais coisa menos coisa), loira (falsa, mas bem disfarçada - nunca deixo de fora as raízes - , and so on...): um sonho de mulher.
Mas (há sempre um "mas") tenho uma compulsão que, com apenas a faltar-lhe mais um critério, cumpre com os 4 necessários para ser classificada de patológica e poder tornar um verdadeiro "sonho de mulher" no mais terrível dos pesadelos. É que, de alguns anos a esta parte, eu çshasjdnwapofhpawoncs,m lqgeaºrfjgasçknvaeihçasj ncºç çwhfeyf3nfºjssgwedlknf0oj puihr8fgfiwljsa9svm+f.
E mais não digo para não correr o risco de ser já expulsa da blogosfera e de levar com os papás dos menores que me lêem, com cartas ao Ministério da Educação.

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