segunda-feira, 27 de junho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

Operação Biquini

Operação biquini - condenada ao fracasso. O tamanho L (eu que até há 2 anos vestia o S/M) fica-me ASSIM (e eu recuso-me usar o XL).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Stress

Sei que estou com stress quando devoro uma tablete de chocolate negro de culinária enquanto o diabo esfrega um olho.

(E sei que vou ficar ainda com mais stress porque agora não vou parar de pensar nas borbulhas que o chocolate que comi vai provocar ao Tamagochi e no agravamento da minha celulite ao quadrado. Praia? Só de fato de mergulho).

Missão (quase) impossível - Algemas infantis?

Quando já me começava a sentir uma PRO em dar comida ao meu Tamagochi, eis que hoje ele acorda com uma capacidade nova: levar os pés à boca! Se até hoje lá me ia safando a segurar-lhe as mãos com uma mão e a enfiar-lhe a colher na boca com a outra, agora não há mãos que consigam - é mãos, é pés, é a cabeça que não pára (come a boca, come o nariz, come a testa: é meio rolo de papel absorvente que se vai a cada refeição) ao ponto de achar que um dia destes - hoje? - vou ver se arranjo no mercado negro "algemas para crianças" (que deem também para os pés). Alguém conhece?

Saudades: dormir até ao meio dia

O pequeno exemplo de hoje: 1ªa mamada do dia às 6h30 e a 2ª às 9h30 - ora bem, até aqui nada mau, uma vez que dormi consecutivamente desde a meia-noite. O bom da coisa - depois da 2ª mamada e, contrariamente ao que tem sido regra, o baby estava disposto a dormir mais (= mamã dormir também) e dormiu até às 11h10, quando, estridentemente, tocaram à nossa campaínha, 2 vezes com mão de chumbo, como se desse tempo de eu abrir a porta passados 2 segundos do 1º toque e, claro, não há sonho que resista. Baby acordou. Lá se foi a perspectiva de dormir até ao meio-dia outra vez. Saudades, saudadinhas é o que vos digo. E quem era? Engano.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

NOS TAL GIA antecipada

Um poema nostálgico - porque a Vida não é feita só de cor.

Na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco,
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.

In, A Criança em Ruína, José Luís Peixoto

Espelho meu, espelho meu (cozinha minha, cozinha minha...)

... Haverá algum armário de tupperwares mais desarrumado do que o meu?!