Não tem mais que dizer. É só isso mesmo. Sem rodeios, sem palavras caras, sem acordo ortográfico, sem peneiras, sem expectativas surreais. Sou só eu, mais uma de mim, para o mundo. Um mundo que podes ser tu ou ninguém. Amigos na mesma.
domingo, 14 de março de 2010
Continuar uma história
"Era a primeira foto de muitas. Mal sabia a mulher que, mais tarde, seriam usadas em tribunal, como prova de um crime. O movimento da rua continuava, típico de uma Quinta-feira. Estrangeiros e residentes cruzavam-se sem se olharem. Eu também lá estava. Gostava de caminhar no passeio, encostada à parede e, dessa forma, conseguia ter um ângulo que me permitia observar todos, sem dar muito nas vistas."
sábado, 13 de março de 2010
Começar uma história
Vou começar uma história. Pode-se começar uma história de muitas maneiras - uma história de gente, de nada, uma história de alegria, de sombras ou de mistério. O início é só o início, de inícios não se fazem histórias.
" Parecia Inverno, aquele dia. Estávamos em pleno Julho, mas todos os acontecimentos recentes, eufemizados pelos media, fizeram com que parecesse uma tarde chuvosa de Inverno. Não estava frio, contudo, os personagens pareciam petrificados, tais bonecos Brancos a pedir na Rua Augusta. Tudo começou com um flash de uma fotografia tirada por uma mulher (arrisco que seria amadora) que aparentava 30 e poucos anos..."
E assim se começa uma história. Seria giro que a continuassem... Se eu tivesse a fama da Pipoca-mais-doce ou mesmo da Mini-saia, de certeza que isto arrancava... Como sou só o micro-macro, talvez a complete, eu mesma, um dia...
" Parecia Inverno, aquele dia. Estávamos em pleno Julho, mas todos os acontecimentos recentes, eufemizados pelos media, fizeram com que parecesse uma tarde chuvosa de Inverno. Não estava frio, contudo, os personagens pareciam petrificados, tais bonecos Brancos a pedir na Rua Augusta. Tudo começou com um flash de uma fotografia tirada por uma mulher (arrisco que seria amadora) que aparentava 30 e poucos anos..."
E assim se começa uma história. Seria giro que a continuassem... Se eu tivesse a fama da Pipoca-mais-doce ou mesmo da Mini-saia, de certeza que isto arrancava... Como sou só o micro-macro, talvez a complete, eu mesma, um dia...
A cidade (toda dorme)
A Cidade toda dorme e não sabe que lá fora chove.
Eu recebo as insónias, as angústias, as tristezas, os corações rasgados e espero ansiosamente que se abram as grades para poder sair. A contagem decrescente começou e já cheiro os raios de sol prestes a surgir no céu, para já, carregado de nuvens e de pesadelos. O bom tempo virá. A Cidade vai acordar e eu... vou dormir.
Eu recebo as insónias, as angústias, as tristezas, os corações rasgados e espero ansiosamente que se abram as grades para poder sair. A contagem decrescente começou e já cheiro os raios de sol prestes a surgir no céu, para já, carregado de nuvens e de pesadelos. O bom tempo virá. A Cidade vai acordar e eu... vou dormir.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Entreter os filhos (dos outros)
Para 10 minutos de babysitting.
Preparados?
AQUI VAI. (Ora imaginem o refrão cantado por criancinhas adoráveis - Aram sam sam goligoligoli am sam sam).
Preparados?
AQUI VAI. (Ora imaginem o refrão cantado por criancinhas adoráveis - Aram sam sam goligoligoli am sam sam).
A formiga no carreiro
É o que me apetece dar-vos hoje. Aposto que não conheciam. (Os blogs também servem para isso, conhecer novas coisas e com a vantagem de que, se, apesar de não conhecerem, não quiserem conhecer, não têm de abrir - CLOSE).
A formiga no carreiro
Vinha em sentido contrário
Caiu ao Tejo
Ao pé dum septuagenário
Larpou trepou às tábuas
Que flutuavam nas àguas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Vinha em sentido diferente
Caiu à rua
No meio de toda a gente
Buliu buliu abriu as gâmbias
Para trepar às varandas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Andava a roda da vida
Caiu em cima
Duma espinhela caída
Furou furou à brava
Numa cova que ali estava
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
quarta-feira, 10 de março de 2010
Comunicar (não) é fácil
Têm de ler esta! Já não ria assim a propósito de um texto há algum tempo. (Perdoem o brasileiro - se bem que com o acordo ortográfico, até posso considerar isto já super-actualizado - e o outlook a tender para o horrorosinho...). Divirtam-se.
terça-feira, 9 de março de 2010
Fotógrafo

O fotógrafo da FotoM acabou por não nos oferecer o CD com as fotos do marriage. Está mal. A técnica de markting dele mais correcta seria oferecer (gastei 189 Eur) e assim sim, pensaríamos em contratá-lo para o eventual evento de branco. Agora é que não, nem pensar, nem que fosse o melhor fotógrafo à face da terra. Não ofereces aos meninos, ai é assim? Então, adeus. Fica com elas para recordação. (E se alguém me vier dizer que viu as minhas fotos expostas numa lojeca de centro da cidade, podes começar já por contratar o advogado que eu arranjo 3 em dois tempos. Não digas que não avisei. Eu faço-te a folha.)
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Espelho meu, espelho meu (cozinha minha, cozinha minha...)
... Haverá algum armário de tupperwares mais desarrumado do que o meu?!